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Scene 1 (0s)

[Audio] Ideias sobre como seria o mistiscismo brasileiro, metodismos pessoais para se tentar, materiais comuns, leitura com objetos conhecidos no mistiscismo, como cartas de baralho, oraculismo com itens naturais, bolas de cristal, et cetera.. ​Vamos iniciar sobre como vamos considerar algo sendo mistiscismo subliminar, aceito no Brasil. Deixar objetos para garantir que nossos desejos fiquem prontos, ler como outros se comportam ou imaginam, classificar eventos diferentes como super naturais ou sobre humanos... Vem por nossos instintos, manter algo sempre oculto, assim como em toda natureza, algo que nos conceda poder a mais. Podemos encontrar locais com mistiscismo, misteriosos, onde o melhor das plantas e animais fica guardado ali. Em nossos corpos, nem seria diferente: Guardamos segurando bem firme, tudo que desejamos mais, e dedicamos para o melhor, mantendo perto das partes corporais que realizariam esse momento. Guardamos no fundo de nossos pensamentos, escondidos mesmo de nosso perceber, sons, imagens, toques na pele, que repetimos sempre e tentamos transmitir isso subliminarmente quando confiamos em outros ou em um lugar. Isso seria nosso instinto que interpreta toda forma, sem especificar, para evitar perder detalhes, o oculto. Podemos transmitir isso? Sim, alguns chamam de magia, aqui, outros, manipular o natural pra muito mais. Assim como escondemos e desviamos do comum, nosso especial, outros fazem isso, e nisso, podemos notar deixas de seus segredos, dicas de como conhecer eles. Quanto de luz de aceita, nos olhos, contraindo estes, mostra quanto gostaria de ter ver. O abrir e fechar manual de frente para quem comunica, pode significar quanto pode aceitar algo deste ali. Contrair todo tronco corporal, indica querer se analisar quieto, desejar solitude. E existem momentos que humanos e seres da natureza em seu ambiente, assim como todo este ambiente com sua fauna e flora, demonstram picos de beleza, capacidades: Estes momentos podemos chamar de sobrenatural, fascinante, pois existem muitas maneiras disto ocorrer, variadas. Para se ler este sobrenatural ou supernatural, sem confundir nossos sentidos, usamos ferramentas no ambiente, ou mesmo nossos corpos adaptados, quais chamamos oraculismo. Oraculismo fica explicado em outra aula. ​Quando queremos demonstrar e reconhecer estes nossos bens guardados especiais, realizamos ritos, preparos para se chegar neles, que se traduz como mini chaves, formas sequenciais para se reconhecer estes, codificamentos secretos. 1.

Scene 2 (3m 2s)

[Audio] Quando desejamos ativar uma habilidade visual maior, ficar atento, podemos enrijecer nossa musculatura, inspirar bastante ar, beber algo e deixar fluir no nosso corpo calmamente depois, para nisso, abrir bem nossos olhos e deixar a luz passar, guardando somente as cores vivas... Todo ritual se inicia com preparo para alcance de algo, secretamente. Nunca revelamos fácilmente, nossas capacidades!!! Nisso, temos um ritual simples, que se repete em cada cultura: Repetir partes do ambiente global, para simular que este sempre fica junto, conosco, nisso, realizar um ato prazeroso, ou muito complexo de nossas vidas. Nisso, criamos aquilo que no exterior chamam provavelmente de "alma", o essencial gravado. Disso, tudo feito ali, permanece marcado com nossos instintos, restos de nosso praticado separado, que pode ser reconhecido atentamente, pelo criador deste rito, ou por algum que tenha capacidade, dom, de reconhecer todos estes estados naturais juntos, sensitivos! ​Adivinhar, ou absorver sinais para se repetir fatores, se faz tendo preparo. E como dito antes, igual toda natureza, para cada momento nosso temos nosso preparo especial, ritos. Podemos iniciar por una pessoa que se prende em nunca contar uma verdade. Como saber? Adivinhando, repetindo atos, para se chegar no momento que este tenta algo, indicando. E qual seria este momento? O concentrar!! Nisso, tudo age igual. Mesmo um grande assaltante, ao se concentrar, repete seus movimentos ideais preferidos, miniaturizados ali. Se note, que todo que diz mediunizar algo, ver um sobrenatural, tenta absorver, desconcentrado. Mas nunca esquecido, pois tenta acessar seus instintos subliminares para isso! Este relaxa todo corpo, para sentir seu organismo internamente. Ao tocar num objeto, tem aquela sinestesia, mistura de sentir e imaginar tudo, que forma uma imagem! Similarmente, quando se incorpora algo, absorvendo "alma", se usa materiais, para representar aquilo que se quer imitar! Assim, com objetos, se deve isolar tais, como num rito, apenas para demonstrar seu essencial ali. Este estando carregando com seus toques, bens materiais e sua poeira, pode ser atirado, mexido, para que mostre variar ali. Esse variar, de acordo com os sentidos formais do corpo, indica algo faltando, algo inserido ali, tons informativos essenciais de rastros, que respondem como escrita sobre a natureza. Nisto, podemos deixar rastros, similarmente, fazendo rituais, traduzidos como preparos, que deixam rastros, sons, cheiros, poeira, itens, para influenciar. Nisso entendemos o dilema de sorte: O sortido, destinado para si, atirado em si. 2.

Scene 3 (6m 11s)

[Audio] Oraculismo se ocorre por copiar um ocorrido, um acontecido, com bens materiais ou nossos sentidos externalizados. ​Assim, oposto de um ritual, que recebemos sem enviar, rastros deixados, intencionalmente, ou por acidente, na natureza pura operando, ou ao questionar, influenciamos nosso pensamento, objetos. Fica deixado aqui, cada metodismo reconhecido pelo autor, no Brasil, simples, vivido, usual. Aqui falaremos, como transparecer nossos sentidos, influenciados, seja por incorporar restos, seja por usar materiais pessoais marcados, como por usar um baralho, ou bola de cristal. Como dito antes, se pode "incorporar" rastros, movimentos, usando sensibilidade corporal, usando o corpo amolecido, leve, que concebendo na sua parte subliminar, tocada com tons exteriores, muito usados nos rituais, pode transmitir nesses atos mediados, respostas resquiciais, da origem e formato originais, do que se deseja entender. Apenas deixamos nosso corpo livre, tendendo para cada sentir, ouvir, ler, ver, saborear, os quais selecionamos. Mediunizar com o corpo, na linguagem deste livreto, se faz por isso. Podemos ver causas naturais extremas, interpretar o super natural alheio, sentir e marcar rastros que levam para atos de outros, desenhar objetos, sentir de como estes deixaram o ambiente, ou nossos sentidos. Isto seria como adivinhar com o corpo... Para o oraculismo xamanista facilitado, digo que basta selecionar objetos pessoais especiais, separar estes, e mexer em tais, ou se deixar levar por algo informado, largando estes de si, notando cores extras que se tem no ambiente, movimentos destes indicando lados para qual se foi algo ou outro, assim como seu desejo ao jogar estes, indicando raiva, tranquilidade, estar confuso, perdido. Vou transmitir como aprendi e adaptei, toda cartomancia que uso, com baralho comum. Se embaralha quantas vezes quiser, dividindo se desejado, espalhando as cartas, puxando uma escolhida, depois de fazer uma pergunta. Isto serve melhor, para leituras pessoais, caseiras. Interpretar: A como agir, 2 como parear, 3 como resultante, 4 como base, 5 como desafio, 6 como fluir, 7 como conquista, 8 como abranger, 9 como decadente, 10 como reiniciar ciclo, J como comunicar, Q como poderio feminino, K como ideal masculino equilibrado. Naipes seguem como: Copas para sentimentos, Paus para pensamento, Espadas para conflito impactando, Ouros para riqueza.​ Essa numerologia ilustrada aqui, pode ser usada em muito que se pode praticar, seja ordenando rituais, seja contabilizando fatos da vida, ou notando fatores que nos chegam, pois numerais indicam onde e como cada coisa se comporta, identifica. Para bolas de cristal, como 3.

Scene 4 (9m 33s)

[Audio] explicado, se usa o objeto com o corpo, clarificando pelo tom cristalino, nosso imaginar, que interagindo com uma pessoa ou bem, pode mudar nosso conceber, indicando restos de atos, cores variadas, que indicam tons naturais, movimentos indicando desejos corporais, marcas que podem mostrar objetos, por seus rastros. Em nossas mentes, subliminarmente, cada carta fica identificada por pequenos detalhes, mesmo nunca notando isso com nosso pensamento arredio, alto, passageiro. Nisto, ao responder uma pergunta, puxamos sempre uma carta que sensivelmente sentimos ter a resposta, pois nosso subconsciente nota tudo e relaciona, mais veloz e preciso que nossos olhos, membros e palavras, para nos salvar. Fora isso, toda carta traz um conselho, para todo instante, tal qual que valida uma leitura de sorte com cartas, ou mesmo outros itens escolhidos, para oracular, como experienciar, aprender, meditar, que mesmo serve para outros, se bem interpretadas, sempre auxiliam, viram uma auto ajuda para iniciantes... Parecido com uma bola de cristal, mas inverso, muitos usam fumo ou incenso manipulado, fogo, para notar algo diferenciado em seu imaginar, manipulando estes, sendo um oraculismo famoso mesmo no Brasil, antes que se chegassem estrangeiros, modas. Se acende um destes, e com perguntas, com melodias, se deixa o corpo mover levemente, tornando tais financeiros ou chamas flamejando, desenhos, que por estandarte natural, indicam origens.. ​Adicionando alguns detalhes, aqui finalizo sobre todo super natural e Mistiscismo, mostrando modos que foram usados antes de conceber este livreto. Cada objeto, externo, indica um poder natural, serve como amuleto, marcador de objetivo, capacidade, corpos, modos de agir. Assim iniciamos o um, amuleto. Quando desejamos oracular, combatemos um objeto com nossos sentidos, formando dois, o parear operante, parceria ali. Para magia, colocamos um item ou pessoa a mais, que causa efeito, vindo do saber, compreender algo consigo, conjunto. Para rituais, se colocam quatro, que equilibram, formam um ambiente. Pasa causar problemas, ter efeito nos sentidos mais superiores, unimos cinco, pois este final, foge. Para harmonizar todos os credos, usamos seis, onde todo compartilhado fica analisado, pareado com tal doado por outro grupo baseado. Assim se faz a magia e espiritualismo Luamica, inicial do autor. Seu lema, ter prazer, possuir algo, esquecer e desprezar depois, refletir isto. Como oposto, Sirelismo por apelido Sirel, deste autor, se tem: Amar, unir, desapegar, abster, que foi usado em conflitos sociais e 4.

Scene 5 (12m 45s)

[Audio] problemas corporais, para se expulsar inimizades e males imaginados, por secar... Dito isto, apenas os que fracassam se contentam com abster: Inferiorino, inferior. Cada objeto, pessoa, usados como rituais ou obejtos de sorte, se deixados soltos, criam tais aspectos em outros, maldizem. Como sonho que se iniciou, tal autor julgou ter criado de sua pele, uma alma, parte essencial de si, que cuidou para que um dia, em um corpo melhor, fosse feminina, Luabitar, som de estalido sobre a lua, sonho distante, como amigo, espelho. ​Aqui foram utilizados, resultados de oraculismo por cartas, fumaceira e fogo sob ritos de quatro elementos, sendo estes: Baseador, inspirador, personalizador, comunicativo, com qual se colocava outro separado, como isolado. Oraculismo comum, aberto, usado para caridade. Foram notadas maneiras pra se viver mais naturais indigenistas do Brasil, maneiras do dia a dia, gostos que estrangeiros apreciavam no povo aqui, numerais que se adaptaram ao povo notado, animais que incentivaram meu notar sobre a natureza, qual foi explorada em cidades belas do Rio de Janeiro, Minas Gerais. Livro feito numa noite, talvez editado para melhoras, dado como curso para iniciantes, presente para amigos leais praticantes. Regras para humanos, valem para animais, isoladas e minimizando sentimentos. Imortalidade crida como sendo nossa poeira morta espalhada, reutilizada na natureza e dentro de outros corpos vivos, como nutriente principal. Vida extraterrestre acreditada por existir vida onde se existe movimento e elementos suficientes. Autor en pobreza, vivendo como eremita, no prosperar, desfrutando tudo que se pode como bem, para bom agrado, esbanjado. Linguagem usada aqui, como parte do Sirelismo pessoal, calculada sobre letras com a numerologia adaptada aqui, para desfrute de sons tribais e civilizados unidos, por onomatopeia. 5.