Produção de Orgãos e Tecidos Artificiais

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P rodução de O rgãos e T ecidos A rtificiais

Ana Laura borges petersohn 1˚ ano do ensino médio

Biotecnologia e seus benefícios

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HISTÓRIA- O primeiro transplante foi feito em 1954 pelo médico Joseph Murray que transplantou um rim entre gêmeos com o intuíto de evitar a regeição do orgão. A cirurgia teve sucesso e se tornou um marco na história da medicina. Hoje em dia, após muitos estudos, acrescidos da evolução da tecnologia, existem várias tipos de procedimentos para se transplantar um orgão, como os medicamentos imunossupressores que são capazes de evitar essa rejeição e aumentar a chance de sucesso na cirurgia. COMO SÃO FEITOS- Basicamente existem dois tipos de transplante: o autólogo e o alogênico. No autólogo o órgão ou tecido é retirado da própria pessoa e implantado em outra parte do corpo. E no tipo alogênico, o paciente recebe uma parte do corpo de outra pessoa, chamada de doadora. O problema principal que pode ocorrer no transplante é a questão da compatibilidade entre os indivíduos, pois quando um órgão implantado é incompatível com o corpo, os anticorpos atacam, e o destroem por acharem ser um “agente invasor”. O que pode resultar no falecimento do paciente.

Transplante de orgãos

NOILVNOa NVOUO

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BENEFÍCIOS QUE OS ORGÃOS ARTIFICIAIS PODEM TRAZER

Quando algum órgão vital do corpo humano vier a falência, ele poderá ser rapidamente substituído por um órgão artificial, que virá a exercer as mesmas funções do original. A produção destes orgãos artificiais já está em processo, em laboratórios tecnológicos, juntamente de uma impressora 3D e de diversos equipamentos. Como exemplo temos tanto um coração artificial e um pâncreas ainda em processo de produção, os quais foram aprovados pela FDA (Food and Drug Administration) americana, o orgão responsável pela administração de alimentos e medicamentos nos EUA. Essas inovações trazem esperança à milhares de pessoas, pois um pâncreas artificial, por exemplo, pode trazer a cura para o diabetes, uma doença que atinge mais de 14 milhões de brasileiros.

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COMO SÃO PRODUZIDOS

abstract

No Brasil, a tecnologia atual permite a criação de tecidos mais simples como : valvulas cardíacas, vasos sanguíneos, pele, ossos e outros tecidos de baixa complexidade. Os quais são usados no lugar dos orgãos de origem. Para tamto são usadas as biomoléculas (fragmentos de células-tronco), que são fatores de crescimento e, assim, conseguem aumentar a produção de células no órgão. Tempo depois, quando mantidas em ambiente propício, as células vão ocupando o lugar do polímero, e formando à estrutura biológica necessária ao órgão. Ocorrerá uma diferenciação específica e as células passam apresentar as características de uma determinada parte do corpo. A maior dificuldade na criação dos órgãos artificiais são os níiveis de complexidade de alguns dos nossos orgãos. No caso do coração, são encontrados diversos tipos de tecidos,além de ser um orgão com diversas cavidades e uma rica rede de vascularização. Uma das maneiras de se driblar esse bloqueio são as impressoras 3D para a bioimpressão. É utilizada uma substância chamada de hidrogel (são ricas em células e biomoléculas). Esse gel é posto na impressora que consegue imprimir o órgão exatamente da forma desejada. Por exemplo, podem-se ser usados exames em 3D para replicar exatamente o coração de um indivíduo por dentro e fora.

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Pele Vasos Sanguíneos Fígado Bexiga Traqueia Coração Orelha

Os principais tipos tecidos desenvolvidos

ARTIFICIAL

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Já faz um tempo que pesquisadores vem trabalhando para criar pele humana artificialmente. As células humanas primeiramente são cultivadas, e logo após, introduzidas em uma estrutura feita de colágeno. Essa técnica torna possível a produção de até 5 mil lâminas de tecido epitelial por mês.

PELE

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A possibilidade de existir novos vasos sanguíneos artificiais pode ser a esperança para pacientes diabéticos, com doenças renais e cardíacas. Já existem inúmeros testes usando células dos próprios pacientes para se produzirem réplicas dos vasos originais.

Vasos sanguíneos

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A fila de espera para um transplante de fígado normalmente é longa, e doenças como a hepatite costumam destruir o fígado causando a necessidade de um transplante imediato, o que pode levarmuitas pessoas ao óbito. Como o fígado é um dos orgãos mais complexos e um dos maiores, acaba por ser um dos mais difíceis de produzir, porém cientistas já conseguiram produzir miniaturas e fazer transplantes em ratos, que já vêm trazendo resultados bem positivos.

FÍGADO

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A bexiga artificial já vem sendo testada em humanos e está trazendo resultados bem positivos. Este orgão é produzido através de células provenientes dos próprios pacientes e o prazo de produção é uma média de 2 meses para confecção.

BEXIGA

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Esse é outro dos poucos órgãos artificiais que já vem sendo testado em pessoas. Nos Estados Unidos uma menina recebeu um transplante de traqueia através de uma traqueia fabricada com suas próprias células. Ela nasceu sem o órgão e só conseguiria sobreviver através de aparelhos, e a traqueia artificial possibilitou a menina ter uma vida livre de hospitais e de máquinas.

TRAQUEIA

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O coração é um órgão bastante complexo. Porém, apesar de já estar sendo produzidos; nenhum destes orgãos artificiais foram capazes de substituir o orgão original corretamente. Os corações produzidos tem sido testado em ratos a partir de seus próprios tecidos. Há uma estimativa de que até 2030 estes possam estar em uso efetivo.

CORAÇÃO

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Já foi criada uma orelha artificial através das células e cartilagem feitas em laboratório. Esta ficou conhecida como orelha biônica, já que consegue captar diversas frequências que não são possiveis de se ouvir com o orgão humano.

ORELHA

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As tecnologias atuais não param de revolucionar a medicina e de trazer inúmeros benefícios a nossa saúde. As impressoras 3D apesar de não serem mais uma novidade, foram trazidas á area médica e revolucionaram a medicina de uma forma inimaginável e rápida. Quanto mais recursos tecnológicos forem trazidos á area da saúde, maiores são as chances das pessoas viverem com mais qualidade de vida e bem estar.

Revolução das impressoras 3D na medicina

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Como já é de se imaginar, essa técnica trouxe diversas vantagens, como tornar possivel de se materializar da forma mais parecida possível informações da área digital. As estruturas criadas são personalizadas com texturas, graduações, cores diversas e transparências de forma que iram exercer suas funções da melhor forma dentro do corpo humano. Outra vantagem delas são o custo benefício e a facilidade que nos trouxeram. A impressora pode ajudar, por exemplo, em aulas de anatomia, citologia e nas outras diversas disciplinas da faculdade de medicina por conseguirem reproduzir as partes de um organismo com exatidão. Além de enviarem por todo o mundo informações digitalizadas sobre uma ou várias pessoas.

As vantagens das impressoras

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Criação de próteses e órteses

Uma das vantagens das impressoras 3D é possibilidade de criação de próteses e órteses, que apesar de não serem uma realidade no Brasil, essa técnica já é usada em cirurgias plásticas e em peças que ajudam na criação das próteses e órteses tradicionais. No exterior, algumas empresas já estão construindo próteses em 3D, como exemplo a empresa Open Bionics, que produz diversos tipos de próteses, até mesmo para crianças. As técnicas não param apenas nos braços e pernas, também existe a possibilidade de se criar outros orgãos como a traqueia e a orelha em 3D, além dos muitos estudos relacionados a criação de ossos, músculos e cartilagens para diversos problemas.

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No que as impressoras podem ajudar em transplantes

Muitas pessoas acabam falecendo antes conseguirem fazer um transplante de orgãos por conta da fila de espera ser muito grande, dado ao fato que não há quantidade suficiente de orgãos para a demanda. Seguindo essa lógica, a tecnologia 3D poderá trazer gradualmente uma possibilidade de se produzir órgãos e vascularizados que possam substituir o natural, trazendo uma esperança de se eliminar as filas de transplante e oferecer maior qualidade de vida aos pacientes. Pesquisadores já estão trabalhando para a produção de um material que contenha células vivas e assim a impressora possa trabalhar de forma biocompatível. No Brasil, essa tecnologia ainda não é regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e, para que possam ser realizados experimentos em pacientes, é preciso seguir a burocracia e a legislação. Atualmente existem apenas a fabricação de partes do corpo em 3D que serão utilizadas no pré-cirúrgico que permitem os profissionais de fazerem simulações antes de cirurgias.

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AS MELHORES TECNOLOGIAS sÄo AQUELAS QUE sÄo USADAS EM BENEFiCIO D TODAA HUMANIDADE.

Obrigado pela atenção e nunca deixe de inovar, primeiro você mesmo, e depois, o mundo.