Mudanças climáticas e Conservação

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Mudanças climáticas e Conservação

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Mudanças climáticas

A temperatura global pode aumentar entre 1,1 e 6,4 °C no século XXI Mudanças climáticas terão “ganhadores” e “perdedores” Algumas espécies já raras, poderão ter sua potencial área geográfica expandida dramaticamente, especialmente plantas e animais que atualmente estão na borda de sua área. Um estudo de 2003, previu que os parques nacionais dos EUA acabará por ter, em média, 50% mais espécies de mamíferos, devido à migração para o norte.

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Consequências das mudanças climáticas para natureza

O clima é um fator crucial em praticamente todos os aspectos da Ecologia Fisiologia Comportamento Esses fatores também tem influência na distribuição geográfica dos organismos Então, as consequências das mudanças climáticas para natureza são difíceis e complicadas de modelar

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Os cientistas usam um tipo de modelo chamado de modelo de distribuição das espécies

Esse modelo têm 3 características: O clima e habitat dentro da distribuição observada de uma espécie são analisados ​​estatisticamente. Isso produz um único envelope bioclimático (também conhecido como "espaço climático"), representando as condições físicas que permitem que a espécie sobreviva.

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Modelo de distribuição das espécies

2. a capacidade das espécies para alcançar novos habitats (dispersão) é quantificada. - nota: não temos muitos dados sobre dispersão dos animais e plantas. ...e quase não temos informação sobre dispersão de longa distância - nota: dispersão é normalmente representada pela distribuição lognormal

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Modelo de distribuição das espécies

3. Um ou mais cenários de mudança climática são escolhidos como base para a previsão da distribuição geográfica do espaço climático da espécie no futuro - Normalmente, varios cenários (ex., alto impacto, médio e baixo) são escolhidos e aplicados a um ou dois pontos importantes no futuro. - Estes pontos são tipicamente os anos de 2050 ou 2100.

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...e como fazemos as previsões?

Estes três componentes são usados para modelar o futuro da área de distribuição potencial da espécie. Compara-se a extensão atual com a extensão no futuro de cada espécie, determinando como a espécie irá se contrair ou expandir, Se sobreposição existe entre as distribuições atuais e futuras Se uma espécie tem a capacidade de mover-se entre estas áreas

Em principio, quando o modelo é repetido para muitas espécies, pode gerar padrões de mudança de diversidade.

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Componentes gerais de modelo de distribuição das espécies

Utilização da terra (Observada)

Extensão das espécies (Observada)

Clima (Observado)

Envelope bioclimático

Modelo das mudanças em extensão geográfica

Modelo do clima

Modelo de dispersão

Resultado – Nova extensão

Converter perda da extensão em perda das espécies

As etapas básicas para criar um modelo bioclimático

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Mas, infelizmente, os detalhes são um pouco mais complicados!

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Clima (observado)

Construir o envelope bioclimatico

Extensão das espécies (observada)

Modelo do clima futuro

Utilização da terra (Observada)

Modelo das mudanças na extensão

Modelo da dispersão

Resultado; extensão nova

Converter perda da extensão em perda das espécies

Qualidade dos dados

Down/Up-scale

Qualidade dos dados

Método de interpolação

Há equilíbrio ?

Dados suficientes ?

Escolha da GCM?

Cenario?

Downscaling

Solucionar para heterogeneidade?

Entendimento mecanistico?

Quantificação de dispersão de longa distancia?

Direcionalidade?

Tipo de modelo (ANN, GAM, outro)

Seleção dos valores

Adoção de metodologia de espécies-área?

Escolha de valores de z

Etapas, escolhas e pressupostos envolvidos na modelagem de espécies respostas (e perdas) resultantes de mudanças climáticas no futuro

Critério para seleção dos ‘melhores’ modelos?

Whittaker et al. (2005, in Diversity & Distributions )

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Perdador

Durner , George M., et al. "Predicting 21st‐century polar bear habitat distribution from global climate models."  Ecological Monographs  79.1 (2009): 25-58.

tvs.-

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“destinadas a desaparecer”

Esta frase é mal entendida – especialmente pelo público Os modelos preveem que a extensão das espécies vai mudar (aumentar ou, mais provável, diminuir) e os ecossistemas terão comunidades novas – mas é muito difícil prever quanto tempo passará até que esse processo se complete Então, os cientistas dizem que as espécies são destinadas a desaparecer

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Conclusões

Os modelos de previsão de distribuições futuras de espécies em respostas (principalmente) as alterações climáticas estão ainda engatinhando Eles dependem de modelos climáticos altamente incertos, os modelos de envelope bioclimático baseada em falsas premissas, e tratamento excessivamente simplista de fatores como a dispersão e mudança de uso da terra Precisamos avaliar os resultados dos modelos mais criticamente Estimativas de extinção baseadas nesses modelos devem ser tratadas com grande cautela

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Maiores causas de extinção hoje em dia

Perda e fragmentação do habitat Espécies invasoras Exploração insustentável deterioração dos habitats Esses fatores causam perdas na populações, e populações pequenas tem alta probabilidade de extinção por processos aleatrios

A realidade é que temos que usar vários tipos de modelos para entender as questões mais importantes sobre extinção