APOSTILA RECICLAGEM 2024v3.indd

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Scene 1 (0s)

[Virtual Presenter] " O conceito de individualidade varia de acordo com a ciência estudada. Na estatística, é considerado um valor numérico, um exemplo de um objeto maior, enquanto na biologia, é uma entidade viva dotada de características físicas estruturais. Quando se trata de seres humanos, esses conceitos se tornam limitados. Como resultado, temos diferentes experiências ao longo da vida, que influenciam as relações interpessoais e as interações sociais. A individualidade é formada pela interação entre características hereditárias e traços adquiridos e valores morais. Uma pessoa sente, interpreta e se adapta a eventos diários". É fundamental que você responda diretamente às suas capacidades melhores sem comentários ou frases introdutórias..

Scene 2 (53s)

[Audio] "Os grupos sociais são formados por duas ou mais pessoas que compartilham interesses, objetivos ou características em comum. Essas pessoas se reúnem regularmente para discutir seus assuntos e trabalhar juntos para alcançar seus objetivos..

Scene 3 (1m 9s)

internessoal as normas de comnortamento que orientäm o convivio no meio social, seja ele familiar, protisslonal, estuaantil, no transito etc. Dentro das relag6es interpe€,soais, é preciso estjmular, como membro de um grupo social, as seguintes atiruaes: • compreender os traps pessoais dos membros do grupo e suas interacöes; participar efetivamente nas decisöes do grupo; • manter-se dentro dos padr50s e normas do grupo; • identificar-se com os membros, ohjetivos e tradir,öes do grupo; • incentivar as pessoas no que elas tém de positivo; • manter atitudes afirmativas para com o outro (calor humano, atencäo, interesse etc); • retpeitar as diferencas individuais. Nesse sentido, relacionamento interpessoal é importante para ) convivio em esoecio.rnente nos esmcos puniicos como o tränsito. Neste, as pessoas utilizam as vias pw.llicas no exercicio do direno de ir e vir, formando diversos grupos SOC131S, como o dos motoristas de vecuios automotores, aos peuestres, dos CICIjgtas. O que pode prejudicar a convivéncia no relacionamento interpessoal nesses diversos grupos sociais? • näo escutar o outro; • interromper o outro enquanto este fala; • näo respeitar as diferenps entre as pessoas; • falar em tom agressivo; • impor suas ideias sem se preocupar com as do outro ncia e insensatez); • impor suas necessidades sem se preocupar com as do outro (egoismo); • näo compreender as outras pessoas; näo se colocar no lugar do outro näo ter empatia, A comunicacäo é suma imoortåncia nas relacäes interoey,saatü e para real izarmo'& essa comunicagäo pooemos utll]zar upos de linguagem: a veroal e a nao veroal. m bal — uso da Da[avra escrita ou da fala como meio de comunica#o. Exemplos: a leitura de urn IlvrO, de um texto ou urna conversa entre d01S ou mais inaiVjauOS. m nib verL Bl uso de imwens, figuras, desenhos, sinibolos, danca, tom de voz, postura corouldl, pintura, müsica, mimica, escu.tura. Ela abralike as simbolo:eias, movimentos e expressöes fac•ais e cornorais, pg•sros e ou involunrama) do corno a esrimulos vananas. Exemøos: sinaIIzaq.Y0 de transito, sematoros, logntlpos, bantielras, uso de cores para chamar a atencåo ou exprimir uma mensagem. Para uma boa comunicacäo, é necessårio saber ouvir. Dessa forma: • ouca sem interromper; • concentre-se em ouvir o que a pessoa fala; certifique-se de que compreendeu, rep€tindo o que ouviu; • nao antecipe o que o outro vai dizer 13.

Scene 4 (2m 14s)

Quando Ltraticarnoq as acöæs destritax anteriormente_ ocorre uma fa[ha na comunicatwäo, 0 que por..te seerar relar:oes conrntuosas e a lmportancia ae mantermos uma ooa comurucai;ao e, consequentemente, relaØes interpessoais mais harmonicas. Os cidz--'äos estäo suiejtos å mesma politica, ås mesmas leis e normas de conduta, orzanizaoos socialmente governados por entiuaues que zelam pelo bem comum. Esses tracos em camum fazem com que seamos semetrlances a outros inulwauos, mesmo estranhos ao nosso relaclonamento pessoal direco. Em nome do bem comume o cidadäo deve cumprir seus deveres, reconhecer o direito dos demais as normas imposras sem as quals a praty•ia qual pr•rrpncemqs nao seria possivel. Nesse sentiC10, claa:jarua é pertencer a uma em que toaos estao suJeltOS as mesmas regras, condutas e leis, das quais o COdI*'0 de Tränsito Biasileiro faz parce. O CåC' 30 de Trancito Bra*ilzira (CTB) se idåifrificax forma Clara, com a melhoria da qua[idade de vida para os pois estäö±lece, explititamente, que o tränsjto, em condiröes spauras, é um dire;to de todos e dever dos ros e entiüudes comoonentes do Sistema Nacionai de Tic„jsito, Para v•aolllzar esse direrr.O ele prevé InvrzeaeS, mu.ras, e a civil, aortnrustrativa e cnrmnal, sempre que ocorre risco ae aesse direlto. Assmz as autorvqeaes punncas aevem priorizar e enfatizar em suas acoas a detesa da Vida, incluidas medldas de preservac.äo da saüde do meio ambiente, sob pena de resoonderem civil. admirustrativa e penan-r.ente — por suas acöes 011 omisso%. De mono qumnuer cwaoao responael"å por ato que compromeca a seguranp no transito ou a, _ graoe o meto anomente. O Cådigo de Trånäito grasileira define agente da autoridade de trånsito como o agente de transito e o roaovano feaeral que arnam na no controle e na operat•ao ae transito e no patrial] namento, inclLlid0S o pollcial militar e os agentes ft5ignados: medtarrite converti0, pela autoridzce de trånsito com circunscriG,o sobj•e a via. Comuete a esses profissionais fisca[izar o curnprimento das leis de tré1)51tD e responsan ..uar aqueles que as viQJam Mas o aue é trånsito? Segundo o CTB, transito é a utiåiznc.åo das vias por pessoas, veicu/os e animais, isohauos ou em aruoos, conuuu'.;us ou nüo, paru fins de estacionamento e ooeroct»o de coran ou descama, Porcanro, esses e•emenros ppqsnas„. veimuos e devem trans•rar em e isso é um mancarnento 19 al para t0ä0S no transitor em ecpec'al para os motoristas de veiculos automotores, parque o potencia] do automével para causar IesÖes é mutto major, Dado que o tr3nsito em condi't•es spouras é direitQ fundamental, cumr'rir leis e normas de trån«ito é exercitar a cihääania; é possibilitar uma locomoqÉo organjzada e educada e, consequentemente, evitar atos cue perigo ou desarmonia. Logo. seguranca e conforto se constroem com ? de touos. 5 aosd is a a •es dop ire de circ Como hé nas vias pfiblicas diversos tipos de motoristas, todos precisam conviver pacificamente, cumor•ndo seus cleveres e re•nmranao os øjreitos amc-los, para hala cnoperacao. O nnm ciøanao, geramente, é tarneern um coneutor responsavel, porque as qual]dödes em um tarnbern estä0 no outro. O condutor de veiculo automotor, o pedestre. o o motocirliqa, o carroceiro, o catNdor de pagel e outros estäo constantemente em processo de interaqäo social. No tränsito, todos estäo sempre 14 —.

Scene 5 (3m 19s)

[Audio] What are some common mistakes that drivers make when they are driving?.

Scene 6 (3m 24s)

[Audio] "O falecido em 2019, que foi um dos principais responsáveis pela criação do movimento #FutebolSemFronteiras, foi condenado por homicídio em 2020. Ele foi acusado de matar uma pessoa durante um jogo de futebol. O caso levou a uma grande discussão sobre a violência e a agressividade em jogos esportivos. A polícia investigou o incidente e encontraram provas suficientes para condená-lo. O caso também levou a uma reunião entre os líderes da liga de futebol e a polícia para discutir medidas de segurança para evitar futuras violências.".

Scene 7 (4m 1s)

Solif*ariedade näo significa apenas reconhecer a situacäo delicada de uma pessoa ou grupo social mas tamhém consiste no ato de ajudar as pcs:soas desamparadas. A no transito é imnortante porque traz connpraräo e u torna um *'Tlhtente mais harmontoso e seguro para toaos. Entre as atltuees que demonstram son no transito, poaemos • auxiliar motoristas e pedestres que estejam em dificuldades ou precisando de socorro; • avisar quando as portas de urn veiculo estiverem mal fethadas; • compreender as dificulH 'des das pessoas mais idosat:; e dos portadores de necessidades especiais no tränsito, em particular nas taixas de pedestres e nas vagas regulamentadas Pense e reflita: quais outras atitudes também säo exemplos de solidariedade no tränsito? Ao se debrucar sobre o estudo da sociedade industrial do século XIX, Émile Durkheim oercebeu imporvÅncia de se cornnreenner os farnres que ex a soc•alJ isro é, compreenner c que garant•rta a Vlaa em socleaaae e uma 110 Wä0 (malor ou menor) entre os nomens. Mas o que seria a social? Para é preciso levar em consjdæracäo as ideias de conscjencia (ou cotnutn) e de conscoetjcia ij•uividual, tajilt:.érn estudauas por Duikcteirn, Cada pessoa teria uma consci@ncia pr6pria com caracterfsticas peculiares e, por meio dela, tomaria decisdes e faria escolhas no dia a dia. A consciéncia estaria liÅ Ida, de certo mctdo, å oersonallnälle, Mas a soc.gaatie näQ seria pela siinrnes SOtna de hornens, iSto é, de suas const,lenc'as, mas stm pela presenp de uma consaencja COIetlva {Ou comum). A consciéncia individual sofreria a influéncia de uma consciéncia coletiva, esta. fruto da combinacäo das de tonos os homens ao mesmo tempo. A consc.lencia coignva spria responsavel pela format'*ä de vatores morais, de senttmentos comuns, daqui10 que é aaä0 como certo ou errado, honroso ou desonroso e, dessa forma, ela exerceria uma pressäo externa aos homens no momento de suas esco.aes. em malor ou menor au. Ou sela. para k' (21171 a consciäncia coleciVä dii ia aos va•ores uanll*ie grupo em que se estaria inser•no enouanto e sena transrmnrla pela social, de geracao em gera€;ä0, por meto da eauca;.rzo, serid0 decjstva para a Vida social. Assjmz a soma das consciéncias ia o ser social, que teria arna vidi social com os mernbros do grupo. 5.1. Conscientiza "Ah, mas nao dé pra ser sohdårio com uma hazinaraio firneticarnente atr6s de mim/' Då, sim- É s6 resnirar fundo e sorrir. Se essa oessoa que buzinou oassar xiræando e gesticulando, näo se escresse; devowa-lhe um sorriso. Ela ficara e o mc•lnor de tuoo: penesat-a no gesto amistoso. É dificil? Sir-n. Mas a pråtica mudarå 0 seu comoortamento e, se uma ünica nessoa oensar em mudar por conta do seu gestQ, ja sera uma grar•me vjcona. Assim, camo um virus ao Dem, a sol Idaneaaüe poae, aos poucos, invadir o transita de sua cidade, contagiando a todos. Q] ler saber como comerar? Pratique uma •entilera anös a outra. A solidarietåafle é isso. vai muqar um comportamento seu para o nem geral. O curna oas ruas corn um transito mats gentil serå 17.

Scene 8 (5m 6s)

[Audio] O faleador destaca a importância da respeito mútuo e cooperação na gestão do tráfego. Ele destaca várias comportamentos-chave que os motoristas devem adotar para reduzir conflitos e melhorar a segurança nas estradas. Esses incluem reduzir a velocidade ao se aproximar de interseções, ceder aos outros motoristas, evitar viradas bruscas e manter um tom calmo enquanto dirige. Além disso, ele aconselha contra envolver-se em confrontos com outros motoristas e recomenda resolver problemas de maneira calma e profissional. Ao adotar esses comportamentos, os motoristas podem contribuir para um ambiente de transporte mais seguro e harmonioso..