EVOLUÇÃO E EXTINÇÃO NO BRASIL DURANTE O HOLOCENO

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EVOLUÇÃO E EXTINÇÃO NO BRASIL DURANTE O HOLOCENO

CAROLINA LIMA CRIVANO 2017175054 CAMILA CAMPOS 20190077783 GABRIELA DA SILVA PIRES 2016175107 LUCAS DE ASSIS SILVA ANDRADE 20190077765 Orientador: LÚCIO CARRAMILO CAETANO – DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIA Seropédica 2021

NEPE III - A BIODIVERSIDADE NO ESPAÇO GEOGRÁFICO E NO TEMPO

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ

Scene 2 (41s)

Objetivos gerais

T ransmitir o conhecimento sobre tempos geológicos e biodiversidade para alunos do segundo segmento do ensino fundamental e do ensino médio , a fim de aplicar métodos de ensino dinâmicos através de atividades práticas , a fim de promover o desenvolvimento da capacidade de reflexão, elaboração de ideias e diversas atitudes, além do conhecimento da sistemática científica e da fixação do conteúdo teórico.

Scene 3 (1m 14s)

Objetivos específicos

- Aclimatar a abordagem do conhecimento de geologia e evolução, com foco especial em biodiversidade e evolução de espécies de animais que habitaram e habitam o território brasileiro. - Apresentar de maneira didática e lúdica os conceitos de biodiversidade, evolução e extinção de espécies no território brasileiro. - Destacar a importância de atividades didático-dinâmicas para maior enriquecimento dos processos de construção do saber.

Scene 4 (1m 58s)

abstract

O que é biodiversidade?

Variedades de vidas existentes em determinado espaço. “...significa a variabilidade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte; compreendendo ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas.” Convenção da Biodiversidade (CDB, 1992, Artigo 2).

Fonte: https://www.ecotextile.com/2018101723805/social-compliance-csr-news/event-series-explores-fashion-s-biodiversity-footprint.html

Scene 5 (3m 8s)

abstract

Três componentes básicos de diversidade

Espécies: riqueza/número de todas as espécies; variedades de formas de vidas Ecossistemas: papel ecológico; habitat Genética: variabilidade genética

Fonte: https://medium.com/wild-without-end/international-day-for-biological-diversity-our-solutions-are-in-nature-b480e11fa193

Scene 6 (4m 1s)

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Brasil

Uma das maiores biodiversidades do mundo Grande extensão territorial proporciona zonas biogeográficas distintas Abriga cerca de 20% de espécies do planeta 5.000 espécies de fungos 46.000 espécies de vegetais 116.000 espécies de animais

Fonte: https://fmnews.com.br/2019/05/22/o-dia-internacional-da-biodiversidade-relembra-a-valia-da-consciencia/

Scene 7 (5m 5s)

abstract

Será que no passado tínhamos a mesma biodiversidade de hoje? Será que no futuro teremos os mesmos animais e plantas que temos atualmente?

Scene 8 (5m 33s)

Escala de tempo geológico

Fonte:https ://geografiavisual.com.br/videos/jurassic-park-e-a-escala-do-tempo-geologico

Fonte:https :// brasilescola.uol.com.br/geografia/tempo-historico-tempo-geologico.htm

Tempo histórico e tempo geológico - Brasil Escola

Scene 9 (7m 23s)

Megafauna do Holoceno

Final do Pleistoceno ; 11.500 anos até hoje; Pós glaciação; Período de intensa migração humana e condições climáticas favoráveis para o desenvolvimento de atividades agrícolas.

Scene 14 (11m 7s)

....Evolução

A variação das espécies é o resultado de um processo gradativo de evolução. Seleção natural: favorece os indivíduos portadores das características mais apropriadas para um determinado ambiente e em um determinado tempo. Certos indivíduos apresentam características que lhes conferem uma melhor adaptação em relação ao outro. Os mais aptos vivem mais tempo, reproduzem mais e transmitem as suas características aos descendentes. Espécies maiores são mais frágeis e apresentam baixo potencial reprodutivo .

Scene 15 (14m 31s)

Extinções

Duas ondas: a primeira entre 15 e 8 mil anos atrás, com a extinção da megafauna, e uma mais recente que começa por volta de 1800 com o desmatamento em massa e outras atividades humanas levando á extinção de diversas outras espécies

Caça: a dispersão do Homo sapiens e os efeitos catastróficos sobre sistemas ecológicos

Fonte: https://novaescola.org.br/plano-de-aula/5058/os-primeiros-a-deixarem-a-africa

Scene 16 (16m 0s)

Impactos no habitat

Fragmentação florestal Contaminação biológica - espécies invasoras Início do holoceno: cerca de 5milhões de pessoas Atualmente: 7 bilhões Extinção de milhares de espécies de animais Será que estamos no caminho certo?

Scene 17 (17m 3s)

O que é Fragmentação - ((o))eco

O que é poluição do ar? Causas, tipos de poluentes e consequências

Campanha ambiental mescla animais a cenário de devastação e poluição | Blog do Didi Galvão

Scene 18 (17m 16s)

Prática

Objetivo : Simular o processo de seleção natural e entender sobre a biodiversidade através da disponibilidade de alimento e dispersão de sementes do território brasileiro durante o processo geoglógico .

abstract

Scene 19 (17m 51s)

abstract

Prática

Materiais utilizados : prendedor de cabelo, alicate de bico fino, pregador roupas e alicate de corte - simulando os bicos das aves, formato da boca de animais, como répteis e mamíferos de pequeno e grande porte que habitam e/ou habitaram o território brasileiro - e variadas sementes (milho, feijão, semente de girassol, e amendoim) - simulando os alimentos disponíveis no ambiente.

Scene 21 (18m 33s)

Prática

Procedimentos: Os discentes devem ser divididos em grupos de 4. Após a divisão dos grupos e das tarefas, distribui-se as sementes de forma aleatória para cada grupo. Os alunos devem ser orientados a utilizarem os simuladores de boca, sem usar as mãos, para manipular as diferentes sementes. O tempo deve ser cronometrado para que os alunos coletem as sementes. As sementes coletadas a cada rodada deve ser separadas e após cinco rodadas, observar quais sementes foram mais coletadas. Em todas as etapas os resultados devem ser anotados. O aluno que coletar o menor número sementes por etapa, não poderá participar nas rodadas seguintes. No final da prática, observar quais as sementes foram coletadas e por quais pegadores.

Scene 22 (19m 12s)

Referências Bibliográficas

AMORIM, A. S. A influência do uso de jogos e modelos didáticos no ensino de biologia para alunos de ensino médio. Trabalho de conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Biológicas), Universidade Aberta do Brasil, UAB/UECE, Beberibe-CE, 2013. BÉLO, P. S. Extinção E A Interação Homem-Megafauna No Final Do Pleistoceno E Início Do Holoceno, Nos Estados De Pernambuco E Piauí, Nordeste Do Brasil. Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Geociências do Centro de Tecnologia e Geociências, Departamento de Geologia da Universidade Federal de Pernambuco. UFPE, 2017. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares educacionais: Ciências Naturais. v.1. Brasília: MEC/SEF, 1998. 138 p. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil . v.1. Brasília

Scene 23 (19m 55s)

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciência Naturais. 2. Ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.  CAVALCANTE, D. D.; SILVA, A. F. A. Modelos didáticos e professores: concepções de ensino-aprendizagem e experimentações. In: XIV ENCONTRO NACIONAL DE ENSINO DE QUÍMICA, 14., 2008. Curitiba. Anais [...]Curitiba: UFRP, 2008. FERNANDEZ, Fernando. O Poema Imperfeito.  Curitiba: UFPR Editora/Fundação O Boticário , 1999.   FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. 25. ed. São Paulo: Paz e Terra , 1996. 144 p.   GOEDERT, L. A formação do professor de biologia na UFSC e o ensino da evolução biológica . Dissertação- (Mestrado em Educação Científica 24 e Tecnológica) - Universidade Federal de Santa Catarina , Florianópolis-SC, 2004.   KOLB, D. A. Experiential learning: Experience as the source of learning and development. New Jersey: Prentice-Hall , 1984.416 p.

Scene 24 (20m 47s)

KRASILCHIK, M. Prática de Ensino de Biologia. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo , 2008. 197 p.  MEDRADO, F. D. S.; SELLES, S. L. E. Justificativas para a inserção de conteúdos de Evolução em livros didáticos de Biologia. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS., 10, 2015, Águas de Lindóia. Anais [...] Águas de Lindóia: Enpec, 2015. p. 1 - 8.  NASCIMENTO, J. S. Aula prática como ferramenta facilitadora no ensino de evolução: trabalhando o conceito de seleção natural. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como pré-requisito para obtenção do título de Licenciado em Ciências Biológicas pelo Centro Acadêmico de Vitória da Universidade Federal de Pernambuco , NICOLA, J. A.; PANIZ, C. M. A importância da utilização de diferentes recursos didáticos no Ensino de Ciências e Biologia.  InFor , São Paulo, v. 2, n. 1, p. 355-381, may 2017. ISSN 2525-3476.

Scene 25 (21m 38s)

OLIVEIRA, C. L. C.; MENEZES, M. C. F.; DUARTE, O. M. P. O ensino da teoria da evolução em escolas da rede pública de Senhor do Bonfim: análise da percepção dos professores de ciências do ensino fundamental II. Revista Exitus , Santarém, v. 7, n. 3, p. 172-196, 2017.   ROSADAS, C. “Quem Sou Eu? Jogo dos Vírus”: Uma Nova Ferramenta no Ensino da Virologia. Revista Brasileira de Educação Médica , v. 36, n. 2, p. 264-268, 2012. ROSSASI, L. B; POLINARSKI, C. A. Reflexões sobre metodologias para o ensino de biologia: uma perspectiva a partir da prática docente. Recuperado em , Porto Alegre, v. 25, p. 491-4, 2012.   VIVIANI, D; COSTA, A. Práticas de Ensino de Ciências Biológicas. Centro Universitário Leonardo da Vinci – Indaial, Grupo UNIASSELVI , 2010   .  Seria bom incluir uma bibliografia de algum texto geológico.