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Scene 1 (0s)

Texto Descrição gerada automaticamente

Scene 2 (6s)

Ago — diå'ia — • Dias Minim diåria media

Illnoll•dui Sol • Nublado

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Niveis de conforto em umidade 100% 70% 10% 6 de ago 30 de set II defev 9 de Jun ümido nov 100% dez mar abr maa lun ago set Out SEC

O clima da região de Ashiya, onde se localiza a casa em análise, é temperado, caracterizado por ter um verão quente, úmido e curto, e inverno muito frio tendendo a seco. Suas temperaturas variem de 2ºC a 33ºC ao longo do ano, tendo assim suas maiores temperaturas acontecendo entre os meses de junho e setembro e suas menores entre dezembro e março. O tipo de céu , influenciado pelo clima de Ashiya, é considerado encoberto, já quem por cerca de 6 meses durante o inverno ele encontra-se nesse estado, no restante do ano o céu encontra-se nublado e é no período entre julho e agosto em que encontra-se o céu com menos nuvens. Consequentemente, há precipitação ao longo do ano inteiro, com maior índice no verão em que há maior umidade relativa do ar, entre os meses de junho e julho em que a precipitação chega a 202 mm, sendo dia 12 de junho o dia do ano com maior índice de precipitação.

CLIMA

Em relação a umidade, nota-se que o período em há o maior índice é entre abril e outubro, chegando a 97% o nível de conforto a umidade no dia 6 de agosto, em que a umidade chega a um nível opressivo de sensação. Entre março e novembro a sensação varia entre agradável, úmido e abafado, durante o resto do ano a sensação é de clima seco, tendo dias como 11 de fevereiro em que a umidade chega a 0%.

Scene 3 (2m 58s)

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Assim como observado na imagem 3, a Casa Koshino é implantada em uma região onde a vegetação ocupa maior parte do território. Diante disto, pode-se dizer que microclimas são criados, pois há uma influência grande da vegetação em seu entorno que interfere diretamente no clima da área. Observa-se, também, na imagem 4 a presença de dois microclimas, divididos entre vegetação (1) e lagoas (2), tais microclimas podem vir a alterar a sensação térmica da região onde se localiza a Casa Koshino.

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imagem 1

imagem 2

imagem 3

imagem 4

C omo analisado nas imagens 1 e 2, há duas posições que mostram como a vegetação influencia até na dificuldade de incidência de luz na fachada. Uma parcialmente livre e a outra totalmente barrada pela vegetação e até pela topografia do terreno da região, que tende a ser inclinado para direção Norte.

IMPLANTAÇÃO E MICROCLIMAS

A topografia dentro do perímetro de 3 quilômetros de Ashiya contém variações muito significativas de altitude, com mudança máxima de 422 metros e altitude média acima do nível do mar igual a 48 metros. Dentro do perímetro de 16 quilômetros, há variações muito significativas de altitude (954 metros). Dentro do perímetro de 80 quilômetros, há variações grandes de altitude (1.743 metros).A área dentro do perímetro de 3 quilômetros de Ashiya é coberta por terra fértil (34%), árvores (26%), pasto (20%) e água (15%); dentro do perímetro de 16 quilômetros, por água (41%) e árvores (26%). Finalmente, dentro do perímetro de 80 quilômetros, por árvores (50%) e água (28%).

TOPOGRAFIA

Scene 4 (5m 52s)

. 350

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Solstício de verão: 11h50 às 19h10 Equinócio: 11h10 às 18h Solstício de inverno: 10h50 às 16h50

LATITUDE 34° NORTE FACHADA 20°NO

LATITUDE 34° NORTE FACHADA 70°NE

LATITUDE 34° NORTE FACHADA 20°SE

LATITUDE 34° NORTE FACHADA 70° SO

Solstício de verão: 4h50 às 6h e 13h30 às 19h10 Equinócio: 15h50 às 18h Solstício de inverno: -

Solstício de verão: 4h50 às 11h50 Equinócio: 6h às 11h10 Solstício de inverno: 7h10 às 10h50

Solstício de verão: 6h05 às 13h30 Equinócio: 6h às 15h50 Solstício de inverno: 7h10 às 16h50

Scene 5 (6m 20s)

A fachada 20°SE é a que recebe insolação direta o dia inteiro a maior parte do ano e uma das estratégias de iluminação foi captar essa incidência solar e criar aberturas que distribuem a luz externa de forma abundante. Para isso, Tadao utiliza grandes aberturas nas paredes.

FACHADA 20°SE

Scene 6 (6m 36s)

22 DEZ - SOLSTÍCIO DE INVERNO - ALTURA SOLAR 35°

22 JUN - SOLSTÍCIO DE VERÃO - ALTURA SOLAR 70°

FACHADA 20°SE

21 MAR - EQUINÓCIO - ALTURA SOLAR 55°

Scene 7 (6m 47s)

As imagens da sala de estar mostram como a luz oriunda da abertura zenital se movimenta ao longo do dia, se comportando como direta e/ou difusa sob a influência da altura solar, que é dependente do horário e da época do ano.

Scene 8 (7m 8s)

Outros pontos da casa influenciados pela luz que incide na fachada 20°SE.

Scene 9 (7m 18s)

LOCALIZAÇÃO E TIPO DE ABERTURAS USADAS PARA DISTRIBUIR A LUZ CAPTADA

Scene 10 (9m 6s)

ILUMINAÇÃO DIRETA

ILUMINAÇÃO DIFUSA

Scene 11 (10m 20s)

4

Resumo meteor016gico precipitacäo: 137 mm 60 Inn fev abatado 8" mama æ;radavel tresca mar arner,a abr aqtadéve jun amena fresca 0.0 jan Jul ago Set out nov

100% 10% 20 de jan jan fev Niveis de conforto em umidade agradével ümido 6 de ago 8% mar abr mai Jun Jul ago set Out nov 100% dez

O clima da região de Bregenz, mas precisamente a área onde se localiza o museu analisado, é temperado com influência do atlântico (oceânico). Diante disto, gera uma variação de temperatura não tão grande ao longo do ano, sendo as maiores temperaturas entre julho e setembro. O dia mais quente do ano é 4 de agosto, o qual em média chega a 24 ºC, e o mais frio 15 de janeiro com média de -2 ºC. O verão é quente, úmido e tende a ser curto com temperaturas agradáveis, já o inverno é muito frio e seco, a temperatura do ambiente influencia no céu, sendo quase totalmente encoberto durante o período do inverno e tornando-se menos encoberto durante o verão, em média há mais dias de céu encoberto. Outro fator que possui influência para o tipo de céu citado é a precipitação, que como analisada no gráfico, dura o ano inteiro tendo seu pico durante o período de verão, com o maior índice em abril e o menor em outubro. Como dito antes, os dias nublados permanecem durante maior parte do ano, mais precisamente durante 5 meses dentro do período de dias frios, porém há mais dias com presença relativa do sol (parcialmente nublados) entre julho e setembro. A estação “quente” permanece por 3,5 meses, de maio a setembro, com temperatura máxima de 23 °C durante os meses de julho e agosto, e temperatura mínima de 18ºC no mês de maio. A estação fria permanece na maior parte do ano, de outubro a abril, com temperatura máxima 17°C em outubro e temperatura mínima -1 °C durante o mês de dezembro. Em relação a umidade, nota-se que o período em há o maior índice é entre junho e setembro, chegando a 8% o nível de conforto a umidade no dia 6 de agosto. Entre abril e outubro a sensação varia entre agradável, úmido e abafado, durante o resto do ano a sensação é de clima seco, tendo dias como 20 de janeiro em que a umidade chega a 0%. CLIMA

Scene 12 (14m 6s)

ÜOO

H á dois tipos de microclima na região onde está implantado o museu, tais microclimas são gerados pela influência direta do lago e das vegetações que o permeiam. O lago que se encontra mais próximo tem uma influência mais direta na sensação térmica obtida dentro do ambiente. Tal análise fica mais clara nas imagens 1 e 2, mostrando, assim, como a região é totalmente cercada por esses dois grandes fatores.

E m relação a incidência de luz obtida pelo edifício, nota-se que o mesmo se encontra em um local onde a radiação vai de encontro a todas as suas fachadas. Algumas vegetações estão presentes ao seu redor mais a noroeste, além de algumas edificações no seu entorno, mas os elementos que compõem o edifício fazem seu papel sem grande interferências quanto a quantidade de luz que entra no ambiente do museu.

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IMPLANTAÇÃO E MICROCLIMAS

A topografia dentro do perímetro de 3 quilômetros de Bregenz contém variações grandes de altitude, com mudança máxima de 664 metros e altitude média acima do nível do mar igual a 519 metros. Dentro de 16 quilômetros, há grandes variações de altitude (1.064 metros). Dentro de 80 quilômetros, também há variações extremas de altitude (3.009 metros). A área dentro do perímetro de 3 quilômetros de Bregenz é coberta por árvores (35%), superfícies artificiais (29%) e água (26%); Dentro de 16 quilômetros, por pasto (31%) e árvores (29%). Finalmente, dentro de 80 quilômetros, por pasto (31%) e árvores (31%).

TOPOGRAFIA

Scene 13 (16m 32s)

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Solstício de verão: 14h às 20h Equinócio: 15h05 às 18h Solstício de inverno: -

LATITUDE 48° NORTE FACHADA 55° SO

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LATITUDE 48° NORTE FACHADA 35° NO

Solstício de verão: 10h55 às 20h Equinócio: 10h10 às 18h Solstício de inverno: 9h30 às 16h10

LATITUDE 48° NORTE FACHADA 35° SE

LATITUDE 48° NORTE FACHADA 55° NE

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Solstício de verão: 4h às 10h55 Equinócio: 6h às 10h10 Solstício de inverno: 8h às 9h30

Solstício de verão: 4h às 14h Equinócio: 6h às 15h05 Solstício de inverno: 8h às 16h10

Scene 14 (17m 0s)

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O fechamento do edifício foi feito estrategicamente de modo que ele capta quase toda luz solar que incide nas fachadas da edificação.

As poucas paredes que existem na edificação, em sua maioria, auxiliam no efeito da luz que adentra o ambiente.

A maioria das escadas do museu são fechadas e possuem iluminação zenital.

As três camadas que compõe esse fechamento e possibilita essa penetração da iluminação solar são: - A estrutura de Aço; - A armação que prende as placas de vidro na estrutura de aço; - As placas de vidro;

Scene 15 (18m 8s)

O Museu Bregenz absorve, filtra e reflete a luz através das quatro fachadas por todo o edifício.

A Fachada 35° SE, onde fica localizada as escadas de acesso, é a que capta uma grande quantidade de luz durante boa parte do dia ao longo de todo o ano e é utilizada como a iluminação principal da escada. Transmitida pelo forro de vidro fosco, a luz zenital é distribuída de forma uniforme por todo o percurso.

Scene 16 (19m 17s)

A iluminação se comporta de formas diferentes nos pavimentos devido às diferentes formas de vedação vertical. No térreo a vedação acontece apenas através do vidro fosco; já nos pavimentos superiores, além do vidro, existem paredes que limitam a entrada da luz a uma abertura próxima ao teto, que é revestido pelo vidro.

Scene 17 (19m 35s)

As placas de vidros foscos são utilizados como uma espécie de forro no teto, que, somado às aberturas verticais funcionam como uma estratégia para captar a luz natural, transmiti-la horizontalmente e distribuí-la pelo ambiente. Enquanto mantêm o ambiente iluminado, ela também controla e protege contra a radiação direta, tornando-a difusa, o que ameniza a temperatura e protege as exposições do museu.

Scene 18 (20m 9s)

Outra função do vidro fosco é controlar a iluminação artificial, que funciona como um complemento à luz natural, principalmente durante a noite. Além disso, distribui essa luz artificial de maneira uniforme em todo o ambiente, o que, unido ao vidro fosco que reveste as fachadas, permite que o edifício inteiro se acenda a noite devido à permeabilidade da luz.

Scene 19 (20m 36s)

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A materialidade do piso cria uma espécie de espelhamento para a radiação, o que pode ser interpretado como uma forma de distribuir a luz, uma vez que intensifica a sensação de claridade criada pelo plano vertical fosco.

Scene 20 (20m 53s)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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